Corte na passagem: os limites da liderança no século 21

Os Estados Unidos têm um déficit de liderança, argumenta Barbara Kellerman em um novo artigo que examina o atual estado da liderança nos Estados Unidos. Levantando a gênese da liderança e seu papel como um conceito atraente e poderoso ao longo da história, Kelllerman afirma que nosso entendimento atual de liderança e fixação no desenvolvimento de liderança está totalmente equivocado. À medida que os líderes da geração Boomer dão lugar a Geração X e Geração Y, o modelo centrado no líder estabelecido, com o líder no comando controlando a ação, não se sustenta mais - é ultrapassado, obsoleto no mundo moderno de hoje de baixo para cima, afirma Kellerman.

A América corporativa não está imune a esse déficit de liderança, observa Kelleerman, e é impactada pela ideia de que os líderes (e gerentes) devem ser mais democráticos e menos autocráticos, e que algumas partes interessadas devem ser tratadas de forma mais equitativa no local de trabalho (funcionários), enquanto outros deveriam ter mais voz na governança corporativa (acionistas).

Kellerman oferece um paradigma diferente de como ver a liderança no século 21 e usa um modelo visual: imagine um triângulo equilátero, com o líder, os seguidores e o contexto, cada um constituindo um único lado nitidamente igual. Ela exorta a América a aumentar o engajamento cívico dos cidadãos comuns para ajudar a liderança a prosperar novamente.



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